sexta-feira, 1 de abril de 2011

Nicolodelli

Marquêses

Brasão - De cor azul natural das montanhas, suportando uma fênix de prata com a sua imortalidade vermelha e fixando um sol dourado colocado no canto à direita da cabeça.

Pesquisando sobre o estudo da origem do nome, deve ser lembrado que o sobrenome pode ter sofrido variações dialetais, formas contraídas, transformação fonética, erros devido à transcrição incorreta.

Portanto, acreditamos que o nome NICOLODELLI seja provavelmente originado de NICOLODI em que foram encontradas as seguintes notícias históricas e heráldicas a partir das fontes bibliográficas de Araldis.

Família de origem Lígure, por decreto presidencial de 20 de agosto de1912 foi reconhecida a nobreza à PIETRO GAETANO e aos seus descendentes. O lema da família era: post fata resurgo (ressuscitara pós sua morte).Outro ramo. Existem três ramos de Lodi que surgiram em Milão. Hoje todos extintos. O primeiro, cujo túmulo ainda se pode admirar em Sant'Eustorgio, e que tinha um membro do Tribunal de Provisão foi para a casa Porro, agora conhecida como Porro-Lodi; no segundo teve um físico acadêmico e um canônico ordinário; no terceiro, e mais ilustre, teve um advogado jurídico e vigário de provisão, um cavaleiro de São Estevão e Emanuele famoso histórico, que morreu em 1741. Outro ramo. De acordo com o Bresciani, a família Lodi parece ter começado a existir em Cremona em torno do ano 995 pelo nobre Barão Ottolingo, flamengo (natural ou habitante de Flandres-França e Bélgica), junto com o imperador Ottone III. Outros são da opinião, e com mais fundamento, que o sobrenome provém de Lodi, quando em 1158 os milaneses (natural ou habitante de Milão) destruíram inteiramente a cidade e os seus habitantes, na maior parte, foram obrigados a refugiar-se em várias outras cidades, próximas e distantes. Dessas famílias, de Lodi, que em muitas cidades italianas estão espalhadas, fala o Crescenzi na Parte I, página 585 e 586, de onde não é improvável a acima mencionada opinião. De qualquer modo, foi o primeiro encontrado em um antigo código de uma sociedade instituída em Cremona em 1270 formada por 7821 indivíduos com seus respectivos nomes, sobrenomes e endereços onde viviam, o qual presidente era Conrado Montemagno, e o escrivão Favazolo Favazzo. Encontra-se também uma pessoa de nome Andreolo Gonfaloniere, e um Olderico, cônsul de Porta Pertusio, e em seguida nos nossos registros se encontra Andrea Alfiere da legião especial desta Porta,defensor da Pátria que morreu em 1278. A seguir encontramos Albertino, advogado jurídico, enviado como embaixador à Parma em 1320, para prestar suas homenagens ao Imperador Carlos IV. Inscritos na decúria se encontram também: Guglielmo em 1440, Gabriele em 1468, Giorgio em 1470, Gio em 1490, Melchiorre em 1507, Giuseppe, que em 1514 exerceu por dois anos com grande distinção o cargo de prefeito em Bolonha, Filiberto em 1516, orador pela Pátria Milão, e promovido por Filippo Antonio em 1615. Outro Gio Battistarstite de família ilustre, e que ao sobrenome do marido adicionou o próprio. Enfim Pietro Antonio, que casou com D.Giulia Lodi, viúva do marquês Pietro Francesco Trecchi, e única filha de Giuseppe Lodi e Isabella Osio.

•Bibliografia consultada: Memorial de Genealogia da família Cremonesi e outros. Pesquisa histórico-heráldica realizada conforme a Lei Italiana 633/41.•

A presente pesquisa não constitui atribuição de título nobre e não garante relações de parentesco entre sobrenomes homônimos.

Colaboração

Edi Nicolodelli

Adelia Nicolodelli

Carlos Alberto Nicolodelli

Waldemar Nicolodelli

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