segunda-feira, 20 de junho de 2011
quinta-feira, 16 de junho de 2011
HISTÓRIA DA FAMILIA NICOLODELLI,NICOLADELLI,NICOLADELI,NICOLLADELLI.
Escrita por CARLOS ALBERTO NICOLODELLI
A Família Nicolodelli tem a sua origem em Trento no Alto Àdige, uma região no norte da Itália, tendo como capital a Província Autônoma de Trento, na Localidade de Meano.
Giovanni Domenico Nicolodelli e Domenica (sem Registro de nascimento e casamento estão ilegível) são os Pais de Giovanni Battista Nicolodelli, que nasceu em Meano em 06/10/1751 casou em 28/01/1778 com Margherita Sevegnani, nascida em Albiano em 25/03/1756, filha de Giovanni Battista Sevegnani e Caterina nascida em Albiano.
Relatado pela Senhora Barbara Tomasi, secretaria de pesquisas de Trento, os casamentos naquela época eram realizados na cidade da noiva. Sendo assim, Giovanni Battista Nicolodelli foi para Albiano em 28/01/1778 casar-se com Margherita Sevegnani, onde ficou morando e nasceram seus filhos. Por este motivo, a origem de Pietro Antonio Nicolodelli, que veio para o Brasil, é de Albiano.
Deste casamento nasceu em 21/09/1784 em Albiano o filho Pietro Luigi Nicolodelli, que casou se em 29/08/1816 com Domenica Baldessari, nascida em 09/06/1794, deste casamento nasceu Pietro Antonio Nicolodelli, em 11/02/1833
Em 08/02/1864, Pietro Giuseppe Nicolodelli casou com Rosa Filippi, nascida em 02/05/1835 em Albiano, teve cinco filhos, Giacomo Pietro nascido em 19/05/1864, Ângela Violante nascida em 30/03/1867, Clemente Edoardo nascido em 20/05/1969, Olivia Rosa Maria nascida em 24/06/1872 e Rosa nascida em 17/09/1873
No ano de 1875 faleceu na Itália a filha Rosa em 22/01/1875, a esposa Rosa Filippi em 01/04/1875 e a filha Ângela em 07/07/1875.
Ângela Bernardi nascida em 25/05/1857 nascida em Albiano é a segunda esposa de Pietro Giuseppe Nicolodelli.
A Família Nicolodelli, teve seu inicio no Brasil quando Pietro Luigi Nicolodelli resolveu emigrar para o Brasil, não sabemos as razoes dele, mas em muitos livros que li todos citam o mesmo fato, as guerras, a dificuldade de se manter na terra, o pão que se plantava não se comia, ou deslumbravam um futuro de riqueza em um pais em plena colonização.
O Imperador D. Pedro II firmou um contrato com Joaquim Caetano Pinto Junior para introduzir no Império cem mil (100.000) imigrantes com plena liberdade para escolherem como agricultores nas colônias ou em terras do Estado para se estabelecerem resolvido.
Saiu de Albiano Trento, Pietro Nicolodelli com 44 anos viúvo, com três filhos, Giacomo com 12 anos, Clemente com 9 anos e Oliva com 6 anos. Junto veio Ângela Nicolodelli com 20 anos, que por historia contada por Alido Nicolodelli, filho de Clemente Nicolodelli, era uma empregada dele.
Rumou para o Porto de Genova. Lá estava ancorado o navio de bandeira Francesa Sully.
Dia três de novembro de mil oitocentos setenta e sete, em seu comando, o Capitão Adolfo Segond, que recebe á autorização do Sr Dª Cesar Persiani, Medico da Imperial Câmara, Comendador da Ordem de Cristo, Oficial da Imperial Ordem da Rosa, Cavalheiro de Diversas Ordens Estrangeiras, Cônsul Geral do Império do Brasil, no Reino da Itália, reconheço verdadeira a assinatura supra do Capitão do Vapor Frances Sully. Certifico que os imigrantes constantes da pressente lista vão por conta do contrato de Joaquim Caetano Pinto Junior que conduzira de Genova para o Rio de Janeiro, eu assinado Adolfo Sigund comandante do Vapor Frances Sully reconheço ter a bordo os passageiros supra mencionados para conduzi-los ao porto do Rio de Janeiro e declaro de não deixar o desembarque
Em oito de dezembro de mil oitocentos e setenta e sete, zarpa do Porto de Genova o navio Sully, com destino para o Brasil para o porto do Rio de Janeiro, após uma viagem de vinte e cinco dias, eles chegam ao Porto do Rio de Janeiro, no dia dois de janeiro de mil oitocentos e setenta e oito.
Depois do desembarque eles eram encaminhados para um local onde ficavam esperando para seguir para á regiões de destino conforme o contrato. O deslocamento do Rio de Janeiro para esses locais era feito pela Empresa de Navegação Brasileira de Paquetes que tinha três Vapores na linha do sul ate Montevidéu era os Paquetes Calderon, Camões e o Cervantes transportavam mercadoria, que eram distribuídos nos portos e seus passageiros para seu destino.
Pietro, seus filhos e Ângela foram para o sul de Santa Catarina e desembarcarão na localidade de Morrinhos seguindo para Azambuja e depois para o distrito de Armazém.
Depois de sua chegada Pietro e Ângela casaram em 24/06/1879 em Tubarão e tiveram mais três filhos, Pedro em 22/04/1879, Giovam Battista em 17/02/1881 e Domingos em 14/11/1882. Estes dois último provavelmente faleceram quando eram bebes, Pietro teve uma Designação de lote de terra na colônia de Azambuja no distrito do Rio Armazém, recebeu o lote de terra Nº 07 com 62.500 braças quadradas o contrato fala que o colono tinha que até seis meses após o recebimento teria que estar desmatado e plantado uma área de mil braças quadradas, e uma casa com quatrocentos palmos quadrados, para sua habilitação permanente e de sua família, e terá uma moratória de dois a seis meses para o pagamento do mesmo. o preço deste lote é de 4,5 reis a braça quadrada o contrato foi assinado em Colônia Azambuja no dia 01 de Outubro de 1881, no mesmo contrato tem uma anotação ela diz “ Ficou transferido o lote Nº 07 da linha do Armazém para o colono Nicolodelli Giacomo conforme costa do estatuto, visto ter o colono Pietro Nicolodelli desistido do mesmo a mais de 10 anos do Escritório da Agencia de Colonização de Tubarão 23 de junho de 1896” tendo o lote ficado para o filho Giacomo e em 22 de Agosto de 1896 recebeu o Titulo de posse do lote de terra assinado pelo então Governador Hercílio Pedro da Luz.
Pietro logo mudou se para Rio dos Cedros com a esposa Ângela, os filhos Clemente, Oliva que vieram da Itália e o filho Pedro que nasceu em Tubarão.
Em Rios dos Cedros á onde já tinha muitos Italianos vindos de Trento da mesma região de Pietro, Albiano, e em Rio dos Cedros nasce o filho João em 1884, o filho Giacomo, que já estava com dezenove anos, provavelmente já estava namorando a futura esposa, Victoria Zappelline e que ficou em Armazém, aonde veio fundar a primeira serraria.
Por história contada pelo tio Lino irmão do meu pai, Euclydes, o tio deles o Giacomo, veio para Rio dos Cedros por volta de 1926 em uma viagem que teve que usar dois cavalos, para vir buscar a parte da herança que o pai dele deixou após o falecimento em
domingo, 3 de abril de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Nicolodelli
Marquêses
Brasão - De cor azul natural das montanhas, suportando uma fênix de prata com a sua imortalidade vermelha e fixando um sol dourado colocado no canto à direita da cabeça.
Pesquisando sobre o estudo da origem do nome, deve ser lembrado que o sobrenome pode ter sofrido variações dialetais, formas contraídas, transformação fonética, erros devido à transcrição incorreta.
Portanto, acreditamos que o nome NICOLODELLI seja provavelmente originado de NICOLODI em que foram encontradas as seguintes notícias históricas e heráldicas a partir das fontes bibliográficas de Araldis.
Família de origem Lígure, por decreto presidencial de 20 de agosto de1912 foi reconhecida a nobreza à PIETRO GAETANO e aos seus descendentes. O lema da família era: post fata resurgo (ressuscitara pós sua morte).Outro ramo. Existem três ramos de Lodi que surgiram em Milão. Hoje todos extintos. O primeiro, cujo túmulo ainda se pode admirar em Sant'Eustorgio, e que tinha um membro do Tribunal de Provisão foi para a casa Porro, agora conhecida como Porro-Lodi; no segundo teve um físico acadêmico e um canônico ordinário; no terceiro, e mais ilustre, teve um advogado jurídico e vigário de provisão, um cavaleiro de São Estevão e Emanuele famoso histórico, que morreu em 1741. Outro ramo. De acordo com o Bresciani, a família Lodi parece ter começado a existir em Cremona em torno do ano 995 pelo nobre Barão Ottolingo, flamengo (natural ou habitante de Flandres-França e Bélgica), junto com o imperador Ottone III. Outros são da opinião, e com mais fundamento, que o sobrenome provém de Lodi, quando em 1158 os milaneses (natural ou habitante de Milão) destruíram inteiramente a cidade e os seus habitantes, na maior parte, foram obrigados a refugiar-se em várias outras cidades, próximas e distantes. Dessas famílias, de Lodi, que em muitas cidades italianas estão espalhadas, fala o Crescenzi na Parte I, página 585 e 586, de onde não é improvável a acima mencionada opinião. De qualquer modo, foi o primeiro encontrado em um antigo código de uma sociedade instituída em Cremona em 1270 formada por 7821 indivíduos com seus respectivos nomes, sobrenomes e endereços onde viviam, o qual presidente era Conrado Montemagno, e o escrivão Favazolo Favazzo. Encontra-se também uma pessoa de nome Andreolo Gonfaloniere, e um Olderico, cônsul de Porta Pertusio, e em seguida nos nossos registros se encontra Andrea Alfiere da legião especial desta Porta,defensor da Pátria que morreu em 1278. A seguir encontramos Albertino, advogado jurídico, enviado como embaixador à Parma em 1320, para prestar suas homenagens ao Imperador Carlos IV. Inscritos na decúria se encontram também: Guglielmo em 1440, Gabriele em 1468, Giorgio em 1470, Gio em 1490, Melchiorre em 1507, Giuseppe, que em 1514 exerceu por dois anos com grande distinção o cargo de prefeito em Bolonha, Filiberto em 1516, orador pela Pátria Milão, e promovido por Filippo Antonio em 1615. Outro Gio Battistarstite de família ilustre, e que ao sobrenome do marido adicionou o próprio. Enfim Pietro Antonio, que casou com D.Giulia Lodi, viúva do marquês Pietro Francesco Trecchi, e única filha de Giuseppe Lodi e Isabella Osio.
•Bibliografia consultada: Memorial de Genealogia da família Cremonesi e outros. Pesquisa histórico-heráldica realizada conforme a Lei Italiana 633/41.•
A presente pesquisa não constitui atribuição de título nobre e não garante relações de parentesco entre sobrenomes homônimos.
Colaboração
Edi Nicolodelli
Adelia Nicolodelli
Carlos Alberto Nicolodelli
Waldemar Nicolodelli




